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Em 8 de abril de 2019 por Comunicação / Prefeitura Municipal de Itaboraí

Prefeitura de Itaboraí garante uma Educação de qualidade na cidade

47493102691_2eea97d80c_zNa Escola Municipal Amélia Guimarães Fernandes, em Agro Brasil – Sambaetiba, educação de qualidade é algo sério e promovido pelos profissionais da unidade. Em 2017, a escola teve um dos melhores Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do município, nas séries iniciais 4ª série/5º ano do Ensino Fundamental, atingindo 5.8, quando sua meta era 5.4.

Para a diretora geral da escola, Roseli de Oliveira Pereira, o bom desempenho dos alunos na Prova Brasil de 2017 é resultado de um trabalho de integração interpessoal da escola com todos. Um trabalho de equipe, onde alunos, professores, pais e equipe têm sua opinião ouvida.

“Quando cheguei a esta escola, em 2013, foi um grande desafio, não tínhamos ventiladores e lixeiras, e ainda por cima estourou a rede de esgoto. De lá para cá a escola se transformou e isso eu agradeço a esta equipe maravilhosa que tenho ao meu lado. Além dos pais e responsáveis de alunos. Aqui nós começamos o trabalho na base, desde a Educação Infantil, para refletir até o 5º ano”, comentou Roseli.

47471505382_3fd64555e0_zEste ano, a antiga Prova Brasil dará lugar ao Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), e a escola conta com a meta de 5.7, já atingida em 2017. A escola tem como Projeto Político Pedagógico, o tema “O Fantástico Mundo da Leitura”, que incentiva a leitura aos alunos. Além do projeto “Memorial”, onde o aluno escreve todos os dias, em uma espécie de diário, o que ele quiser, como sentimentos, alegrias, tristezas, sonhos e outros. Este diário só pode ser lido pelo professor, por outros, apenas com a autorização do aluno.

O secretário municipal de Educação, Osório de Souza era só elogios à escola. Um ambiente aconchegante e de qualidade na Educação. “É notório o comprometimento da escola com o aluno. Uma equipe unida, trabalhando pelo mesmo objetivo. Vocês são exemplos para o mundo. Outros professores devem entender que a avaliação do aluno é o reflexo do trabalho do professor e da escola. A escola existe para mudar a realidade de sua comunidade, e vocês estão fazendo perfeitamente o dever de casa, com excelência”, frisou o gestor da pasta.

A Escola Municipal Amélia Guimarães Fernandes foi inaugurada no ano de 1965 e ampliada em 1984. Atualmente conta com cinco salas de aulas, sala de professores, sala de direção, cozinha, refeitório, despensa, banheiros, pátio coberto e brinquedos. A unidade conta com 213 alunos, da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental e 31 funcionários.

Aluna da escola dá aulas de balé

46800462104_14f80c491f_zA escola conta ainda com aulas de balé, oferecida pela aluna do 5º ano, Desirrê Batista, 10 anos. As aulas acontecem às sextas-feiras, com 33 alunas, divididas em duas turmas e com 1h de duração. A “professora mirim” teve a ideia de compartilhar seus conhecimentos da dança com seus colegas de escola, e prontamente sua mãe, que também é funcionária da unidade escolar, como supervisora de disciplina e a diretora a apoiaram.

“Estudo nesta escola há dois anos e gosto de tudo daqui, principalmente os professores. Faço balé também há dois anos e as meninas me viam fazendo os passos na escola e se interessaram, então tive a ideia de ensinar o que eu sabia. A minha professora de balé grava as aulas, que faço no Centro de Itaboraí e passa os vídeos para a minha mãe, assim repasso o que aprendo. Geralmente ensino as coisas mais fáceis, porque assim elas aprendem mais rápido. As meninas são disciplinadas e legais”, disse Desirrê, em seu último ano de aluna nesta escola e que mesmo assim quer continuar com as aulas.

A espera do Ideb

40527151713_859cf023f8_zUma das responsáveis pelo desempenho dos alunos no Ideb da escola é a professora de 5º ano, Sandra Mara de Sá Antunes. Há 18 anos lecionando na Amélia Guimarães, a docente ressalta a gestão democrática na unidade escolar, onde a professora fala, o diretor escuta e o aluno e comunidade tem voz. Uma receita para o sucesso da escola.

“Esta equipe é muito unida e põem amor em tudo que faz. E com os nossos alunos não é diferente, nós os incentivamos a sonhar, e muito disso através da leitura e escrita. Eles sentem orgulho da escola que estudam. Estou perto de me aposentar, mas sairei feliz por ver a Educação de Itaboraí tomando novo rumo”, disse Sandra Mara.

Aluno da professora Sandra Mara, Elcemar Minda Pereira, 10 anos, já está preparado para a prova Saeb deste ano. Para ele o ensino é ótimo e a professora exigente, pois cobra atividades dentro de sala e as tarefas para casa.

46800461994_bf03289f02_z“Eu leio e escrevo muito, no Memorial escrevo todos os dias. Meu sonho é ser médico cirurgião e vou lutar pelo meu sonho. Eu não queria ir embora desta escola, mas sei que é necessário”, destacou Elcemar, que curiosamente adora matemática.

No Ideb, a escola vem crescendo seus números gradativamente. Em 2013, ano que a escola ganhou uma nova direção, o índice ficou em 4.5, em 2015 e passou para 4.7 em 2015. Em 2017, houve um salto de 1.1, e a escola teve seu Ideb em 5.8, maior do que sua meta, que era de 5.4.

A diretora ressalta que a escola conta com um projeto “Falta Zero”, desenvolvido junto ao Conselho Escolar, que só permite o aluno faltar caso tenha atestado médico. Assim, não há desistência dos alunos, e quando o aluno falta, a equipe liga para saber o que houve e se não conseguir vai até a casa do estudante.

Aulas de informática

47471505822_82919d7272_zA professora da sala de informática, Luciene Rodrigues Moura dá aula para todas as turmas da escola, com uma média de 30 minutos para cada aluno. A sala possui o kit rural com cinco monitores, assim, as aulas são dividas em grupos. O conteúdo trabalhado é o mesmo dado em sala de aulas pelos professores, como atividades de leitura, jogos de matemática, dentre outros.

“Gosto de oferecer um atendimento individual para os alunos e auxiliar os professores nas atividades, planejamentos e a parte tecnológica da escola. Os alunos adoram a aula de informática e é raro alguém faltar”, disse Luciene.

Sorridente, o estudante Jhonata da Silva Vieira, 8 anos, falou das aulas de informática e o quanto já aprendeu. “Gosto muito das aulas da tia Luciene e hoje já sei mexer no computador”, comentou o aluno.

Alfabetizadora nata 

33647338868_d35f6f63d4_zA única turma do 1º ano do Ensino Fundamental, da professora Sheila de Oliveira Macedo, tem 28 alunos e todos finalizarão o ano letivo sabendo ler e escrever, segundo a docente. Uma professora dedicada com o ensino do aluno, Sheila participa de todas as capacitações oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação. Para ela, conhecimento nunca é demais.

“Meus alunos já saem do 1º ano copiando com letra cursiva do quadro. Cada turma é um desafio diferente, sempre um aprendizado. E cada aluno tem sua história, por isso aprendo muito com eles, e me esforço para fazer o melhor. Nossas aulas são dinâmicas e uso bastante o alfabeto móvel para formar palavras e frases”, disse Sheila.

Ainda segundo Sheila, está sendo confeccionado um livro de leitura para cada aluno. Para que eles possam levar para casa e com o incentivo dos pais possam criar o hábito da leitura. Este projeto foi uma parceria entre escola e família, que abraçaram a ideia.

“Eu amo alfabetizar, é um processo que os alunos trazem de casa e a escola mostra o mundo letrado. Além da nossa turma, toda escola possui o projeto “Maleta Viajante”, onde o aluno leva livros para casa”, frisou Sheila.

Projetos que dão certo 

47471506062_bf03289f02_zOutro fator importante que ajuda na frequência dos alunos na escola e no bom aprendizado é o transporte gratuito oferecido pela Secretaria Municipal de Educação. Aproximadamente 180 alunos, divididos nos períodos manhã e tarde, e que moram distante da unidade escolar utilizam o ônibus.

E ainda uma alimentação escolar de qualidade. A escola possui três merendeiras que preparam a comida com todo carinho para os alunos. Uma média de 200 alunos se alimentam diariamente na escola. Para a merendeira Roselene da Silva é uma satisfação trabalhar na instituição de ensino.

“Cozinhei por muitos anos em restaurantes, mas trabalhar na cozinha da escola e ver o sorriso estampado no rosto dos alunos, e seus elogios em relação a nossa comida, não tem preço. Aqui eles comem e ainda repetem o prato”, comentou Roselene.

A auxiliar de Serviços Gerais, Eloísa da Silva Figueiredo, está na escola desde 2013, e de lá para cá viu muita coisa mudar. “Essa escola melhorou e foi transformada. Antes as crianças sujavam bastante o prédio, mas hoje são comportados e a escola está sempre limpa”, disse Eloísa, que tem o apoio de mais duas auxiliares de Serviços Gerais.

40558136263_c58747a315_zSegundo a diretora Roseli, com o recurso do Programa Municipal Dinheiro na Escola (PMDE), ofertado pela Secretaria Municipal de Educação a escola, é comprado o que a unidade escolar necessita, entre eles, materiais e jogos pedagógicos para o aprendizado de excelência dos alunos.

Por Thaís Azevedo

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